Rota do Acarajé
Não sei o quão baianos (não no sentido pejorativo que essa denominação tem aqui em SP) são os proprietários desse lugar, mas que tiveram boas aulas por lá isso eu garanto. O local é simples na medida certa. Fica em uma gargem no bairro Santa Cecília. Algumas mesas de plástico na rua dão o tom informal. Lá dentro, cada mesa é uma surpresa: podem ser cadeiras, banquetas, ou mesmo um grande banco pra juntar os amigos. Agora se for beber e sentar nesse “bancão”, procure as extremidades pra não amolar tanto os outros…
Fizemos juz à fama do local e pedimos um Acarajé na Mão. Vem com tudo que tem direito e tem aquelas pimentas que fazem a gente chorar. Eu chorei e até agora não sei se pelo ardor ou pelo sabor. Eu não sou muito fã de Acarajé, então não tenho muitos parâmetros para dizer o quão bom ele era, só sei que comeria de novo. O prato principal ficou sendo um Escondidinho de Carne de Sol. Esse sim o melhor que eu já comi, semsombradedúvidas. A pedida pra acompanhar tudo isso (se vocês não estiverem de ressaca como nós estávamos) é um suco de maracujá sem açúcar. O lugar é recheado de cachaças, pra cada canto que se olhe tem uma prateleira com uma considerável aglomeração de garrafas. É tão espalhado que nós presenciamos 3 garçons procurando pelo restaurante a bebida pedida por um cliente.
A refeição ficou melhor ainda quando pedimos a conta e tinha dado extamente R$ 30,00 por pessoa (estávamos em dois). Sobrou comida pra mais uma pessoa tranquilamente.
Mais uma aventura pelas redondezas e com final feliz.
Rota do Acarajé
Rua Martim Francisco 529/533
